segunda-feira, 26 de março de 2012

COVARDIA DELIRANTE

ELES PENSAM QUE ESTÃO EM UMA
GUERRA
QUE SÃO
GUERREIROS
HOMENS
VALETES
QUE MATAM E MORREM
POR UM IDEAL


MAS NA VERDADE ESTÃO EM UMA
ESTUPIDES
E SÃO
BABACAS
BESTAS
COVARDES
QUE MATAM E MORREM
POR NADA

O ALVORECER DA COVARDIA.



E DE LÁ PARA CÁ NADA MUDOU.

SERÁ REALMENTE QUE AINDA PRECISA SER ASSIM?

OU DÁ PARA TENTAR FAZER DIFERENTE?!

quinta-feira, 15 de março de 2012

CULTURA DA NÃO COVARDIA O FIM DO DILEMA!

                                    
                                     

    A CULTURA DA NÃO COVARDIA é uma maneira simples e direta de identificar o que é BEM e o que é MAL. Se você viver ou imaginar uma situação e quiser diferenciar o certo do errado pense em termos de COVARDIA e NÃO COVARDIA. Questões que não envolvam essa dicotomia são questões neutras. Tudo que leva alguém a cometer covardia contra outro ser vivo é errado. 

        
           VIVER SEM COMETER COVARDIA É O CERTO.
                            
                                   FIM DA CONFUSÃO 
                           
                        FIM DO DILEMA!

quinta-feira, 8 de março de 2012

A CULTURA MARCIAL.


        Esse post é inspirado em uma descoberta recente de um blog que infelizmente parece inativo (é um pouco decepcionante constatar que a internet pode se converter em um cemitério de ideias interessantes) de qualquer forma o link esta disponibilizado na minha lista de blogs. http://www.bodhidharma.com.br/portugues/blog/




É uma visão realista e bem embasada  da  questão das artes márcias e da  guerra, que atualmente prefiro chamar de conflito.  É claro que  remete a um outro tempo, mas ideias tão viscerais nunca são totalmente ultrapassadas.
    Quando eu, falo em uma cultura de NÃO COVARDIA, não me refiro ao conflito, mas sim a forma de encarar os conflitos que ainda existem em nossa sociedade. É justamente, pela falta de honra a que se refere o autor do blog, que esse conflito se torna a forma covarde de agressão dos tempos atuais. Reconheço que vivemos outros tempos, não se trata aqui de reeditar formas antigas de viver, mas sim usar isso para refletir até onde a covardia generalizada pode nos levar. Ver que, apesar das aparências, vivemos um paradoxal retrocesso em termos de dignidade, se comparamos a morte nas batalhas de outrora, com a morte nas situações banais, a que o cidadão esta exposto neste mundo covarde de hoje.

                           

  Enquanto ainda é um pouco distante viver a tão almejada paz, busquemos viver o conflito de forma honrosa.


"TODO HOMEM MORRE. MAS NEM TODO HOMEM VIVE."
                                                            WILLIAM WALLACE

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A PROLIFERAÇÃO DA COVARDIA.




BUSCANDO ESSES VIDEOS, DE CASOS RECENTES DE COVARDIA EXPLICITA, NA INTERNET  EU OBSERVEI QUE EXISTE UMA INFINIDADE DE VIDEOS SOBRE CASOS SEMELHANTES QUE NÃO CHEGAM A GRANDE MÍDIA E DEVEM EXISTIR MAIS CASOS, QUE NÃO CHEGAM A MÍDIA ALGUMA. NÃO É MINHA INTENÇÃO  CRIAR UM BLOG APELATIVO OU SENSACIONALISTA, MAS NÃO TENHO COMO ME OMITIR DE DIVULGAR ESSES CASOS RECENTES DE COVARDIA DESCARA QUE REPERCUTIRAM NA GRANDE MÍDIA EM MENOS DE UMA SEMANA, DANDO UM INDICADOR DO ALTO GRAU DE COVARDIA QUE NOSSA SOCIEDADE ALCANÇOU. É VITAL QUE TENHAMOS UMA COMPREENSÃO DO RUMO PERIGOSO  QUE ESTAMOS SENDO LEVADOS PELA NOSSA APATIA. INOCENTES MORREM DE FORMA ESTUPIDA E ISSO ROUBA A DIGNIDADE DA VIDA HUMANA. PERDEMOS A CONDIÇÃO DIGNA DE  ANIMAIS BUSCANDO A CONDIÇÃO  DE HOMENS QUE NOS APROXIMA DO DIVINO. MAS NOS PERDEMOS PELO CAMINHO, NOS TORNANDO COISAS  OU BESTAS.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

HEROIS. CONTRA A COVARDIA.

Dois jornalistas ocidentais morrem em bombardeio na Síria

Mortos em Homs são americana e francês, segundo ativistas.
Repressão a protestos já matou mais de 7.600 no país, diz entidade.

Do G1, com agências internacionais

Dois jornalistas ocidentais morreram nesta quarta-feira (22) na cidade de Homs, centro da rebelião contra o regime de Bashar al Assad, segundo militantes oposicionistas.
Os repórteres eram Marie Colvin, jornalista norte-americana que trabalhava para o jornal britânico "Sunday Times", e o fotógrafo francês Remi Ochlik. As identidades das vítimas foram confirmadas pelo ministro francês da Cultura, Frédéric Mitterrand.
As mortes ocorreram durante bombardeios das forças pró-Assad ao bairro de Baba Amr. Outros três ou quatro jornalistas ficaram feridos, segundo o militante Omar Chaker.

Ambos eram repórteres veteranos de guerras no Oriente Médio e outros locais.
Uma testemunha disse à Reuters por telefone que bombas atingiram a casa onde eles estavam e um foguete os atingiu enquanto tentavam escapar.
A jornalista americana Marie Colvin em Misrata, na Líbia, em 4 de junho de 2011 (Foto: Reuters)A jornalista americana Marie Colvin em Misrata,
na Líbia, em 4 de junho de 2011 (Foto: Reuters)
O francês Gilles Jacquier foi, em 11 de janeiro, o primeiro jornalista ocidental morto na Síria desde o início da revolta popular contra o regimen de Assad há 10 meses.
Jacquier faleceu em Homs durante uma viagem autorizada pelo regime, que restringe drasticamente os deslocamentos dos jornalistas no país.

Nenhuma testemunha teve condições de afirmar se o obus que o matou foi disparado pelos rebeldes ou pelo Exército sírio.
Novo balanço
Mais de 7.600 pessoas, a maioria civis, morreram na repressão a protestos da oposição síria desde março de 2011, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.
As vítimas são 5.542 civis, 1.692 soldados e policiais e 400 desertores das forças da ordem, segundo Rami Abdel Rahmane, chefe da organização.
'Zonas protegidas'
O Conselho Nacional Sírio (CNS), principal organismo da oposição, pediu nesta quarta-feira à comunidade internacional a criação de "zonas de proteção" na Síria e solicitou à Rússia que convença o governo sírio a autorizar a passagem de comboios humanitários.

Durante a conferência dos amigos do povo sírio prevista para sexta-feira na Tunísia, o CNS buscará obter "ajuda humanitária e uma zona de proteção dentro da Síria", destacou a oposição no exílio em uma entrevista coletiva em Paris.
"É possível garantir rotas protegidas com um compromisso russo para obrigar o regime a respeitar o acesso da ajuda humanitária em total segurança", completou
.